Em São Paulo, uma entrega perdida raramente é culpa do trânsito. Quase sempre é um caminhão que não apareceu, um motorista que não conhecia a doca ou um veículo que quebrou sem reposição. Estas são as perguntas que ajudam a separar a transportadora que aguenta a sua operação da que só manda preço.
1. A frota é própria?
Transportadora que só subcontrata depende da agenda de terceiros. Pergunte quantos veículos são próprios e de que porte.
2. Os motoristas são próprios?
Motorista registrado e fixo conhece o processo do seu CD e das suas lojas. Motorista diferente a cada dia repete os mesmos erros.
3. Como o veículo é rastreado?
Pergunte se há rastreamento em tempo real e bloqueio remoto, e como a transportadora age quando há desvio de rota.
4. Onde é feita a manutenção?
Manutenção preventiva programada evita quebra na rua. Oficina própria ou do grupo reduz o tempo de caminhão parado.
5. O que acontece quando um caminhão quebra?
A resposta certa é um número: em quanto tempo outro veículo assume.
6. Os motoristas passam na sua gerenciadora de risco?
Se o seu cliente exige pesquisa e cadastro, a transportadora precisa ter isso pronto antes da primeira viagem.
7. Quem atende quando dá problema?
Tenha o contato direto de alguém que decide, e não só uma central.
A Galvão Neves responde cada uma dessas perguntas na página de segurança e rastreamento e na de distribuição no estado de São Paulo.